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MANIFESTAÇÕES E AÇÕES JUDICIAIS RESSALTAM INDIGNAÇÃO CONTRA DESFILE DE ESCOLA QUE HOMENAGEOU LULA

MANIFESTAÇÕES E AÇÕES JUDICIAIS RESSALTAM INDIGNAÇÃO CONTRA DESFILE DE ESCOLA QUE HOMENAGEOU LULA

| Tonet | Blog
Enredo da escola de samba Acadêmicos de Niterói (RJ) causa polêmica e foi classificada pela oposição como propaganda eleitoral antecipada do presidente Lula que é pré-candidato á reeleição; até evangélicos não foram poupados de critica (foto:: reprodução)

Tonet por Tonet

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O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, na noite do último domingo (15) no Rio de Janeiro cujo enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” homenageando o presidente Lula, tem gerado uma série de críticas e manifestações que demonstram a indignação contra a repercussão do desfile em todo o país. principalmente de partidos da oposição que se manifestaram contra o que classificaram de "campanha eleitoral antecipada".  

AÇÕES

A escola usou e abusou de recursos visuais e musicais louvando e promovendo a figura do presidente, assim como, o número (13) que identifica o seu partido, o PT. Além disse o samba-enredo faz referência explicita à um jingle de campanhas anteriores do petista, o “lula la lá...”  

E ainda foram feitas críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro com um boneco numa cela , usando uma tornozeleira eletrônica  

Parlamentares ligados á direita vem se manifestando junto à justiça eleitoral cobrando do TSE medidas rígidas, que incluem a ilegibilidade da candidatura à reeleição do atual presidente.  Também são citadas nessas ações o volume de recursos públicos que foram liberados para a escola carioca através do Ministério do Turismo, que chegam a um milhão de reais.

Para o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) o evento “não foi um desfile, e sim um comício em rede nacional”. Ele anunciou uma representação para que seja proposta uma ação de improbidade administrativa contra Lula e a escola de samba, ressaltando: “se houver registro de candidatura de Lula para Presidente, ingressarei com AIJE [Ação de Investigação Judicial Eleitoral] por abuso de poder político e econômico."

Já o senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) pré-candidato à Presidência, disse que pretende acionar o TSE por conta  de possível propaganda antecipada e uso de recursos públicos para fazer ataques pessoais à seu pai e sua família”.

O Partido Novo revelou que, assim que for formalizado o registro da candidatura de Lula à reeleição, ingressará com uma ação pela inelegibilidade. "Houve propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público. A consequência prevista na lei é clara e rigorosa", aponta o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, enquanto o .

o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que adotará "todas as medidas judiciais cabíveis, com a provocação da Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas que deveriam servir a todos os brasileiros".

ATAQUE À EVANGÉLICOS 

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o evento como "desfile-comício em rede nacional" e anunciou uma representação para que seja proposta uma ação de improbidade administrativa contra Lula e a escola de samba. "E já deixo registrado: se houver registro de candidatura de Lula para Presidente, ingressarei com AIJE [Ação de Investigação Judicial Eleitoral] por abuso de poder político e econômico."

O Partido Novo também anunciou que, assim que for formalizado o registro da candidatura de Lula à reeleição, ingressará com uma ação pela inelegibilidade. "Houve propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público. A consequência prevista na lei é clara e rigorosa", defende o presidente do partido, Eduardo Ribeiro.

Em nota, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que adotará "todas as medidas judiciais cabíveis, com a provocação da Justiça Eleitoral, para que se apure eventual abuso de poder político e uso indevido de estruturas que deveriam servir a todos os brasileiros".

Ataques a evangélicos presentes no desfile também motivaram a reação de parlamentares como o senador Magno Malta (PL-ES) e o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MG) que protocolaram ação na PGR acusando a escola de samba carioca de preconceito ao representar evangélicos dentro de uma lata de conserva.

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