A QUEDA DE MADURO. A OUSADIA DE TRUMP; O SILÊNCIO DE LULA
A QUEDA DE MADURO. A OUSADIA DE TRUMP; O SILÊNCIO DE LULA
Tonet por Tonet
Tonet por Tonet
A queda de Nicolás Maduro já estava prevista há muito tempo. Nenhuma ditadura (quer seja de direita ou de esquerda dura tanto tempo). Maduro segurou seu teatrinho o tempo que pôde. Perseguiu líderes da oposição, torturou, prendeu, expulsou-os da Venezuela, retirou deles direitos constitucionais, etc.
Pintou e bordou.
Não sabendo ele que os EUA o vinham monitorando há muito tempo.
De olho nas atrocidades cometidas; na violação de direitos constitucionais aos seus opositores; na injusta situação social a que submeteu o povo venezuelano, obrigando milhares de pessoas a migrarem para outros países fugitivos da fome, da miséria e da opressão.
E ainda: prendendo jornalistas, decretando censura aos órgãos de comunicação, cerceando direitos à liberdade de expressão, governando com plenos poderes, inclusive àqueles que o perpetuaram no cargo através de eleições fraudulentas que em sua maioria não foram reconhecidas como legitimas por parte de vários países mundo afora.
CORAGEM, OUSADIA, ATITUDE
Podem o chamar de louco, de garganteiro, de midiático, de radical, etc. mas, ninguém pode ignorar o seu poder de ação, a sua coragem destemida de enfrentar regimes ditatoriais e encarar guerras sangrentas e intermináveis como as da Rússia x Ucrânia; e Israel x Hamas; além de outras que ainda estão ocorrendo em vários países africanos.
Com seu jeito diabólico de ser, com sua aptidão inegável para encarar desafios e se envolver em situações conflitantes, Trump vai em frente brigando pelo que acha justo, verdadeiro e importante para o seu país e seu povo.
EUA first.
LULA: CALADÃO, IMPOTENTE, INDECENTE
Enquanto isso, o presidente Lula tenta ser protagonista de conflitos que não lhe dizem respeito ao condenar guerras e seus incentivadores. Tenta, usando de uma estratégia ultrapassada ser o grande nome da América Latina. Até agora, não conseguiu sequer romper com suas diferenças políticas internas, por conta de carregar o bolsonarismo nas costas e fazer da polarização o grande mote da sua campanha ao longo de quatro anos de governo.
Na queda de Maduro, pra não ficar sozinho disparando asneiras comprometedoras contra Trump recorreu à uma desconhecida Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) pra emitir uma nota conjunta que só teve assinatura de apenas cinco países. Que não repercutiu e não significou nada até agora.
Amigo íntimo de Maduro, lá atrás, Lula recebeu "o ditador das Américas" aqui no Brasil com tapete vermelho, honras de Estado e comprometimento institucional com um dos regimes mais autoritários do mundo.
Agora, tenta se esconder e evitar dar declarações que o comprometam perante Trump.
O estilo único de um destrambelhado que se mete em lidar com política externa mostrando despreparo, inexperiência e incompetência.
Melhor ficar calado, até porque quem cala, consente.