MEA CULPA MEA MAXIMA CULPA

Infelizmente, a culpa não é só dos candidatos que foram às ruas com propostas vazias, medíocres, repetitivas, ou seja, o óbvio do óbvio: saúde e educação. Quem buscou a segurança como Bolsonaro se deu bem, porque a politicagem sempre deu as costas à violência e deixou o crime organizado tomar conta do país. O PCC virou ideologia. Agora, culpados somos todos nós eleitores que continuamos a abraçar gente de fora em detrimento de candidatos regionais.

NEM EMPATAR NEM PERDER: GANHAR

Perdemos e perdemos feio. Não adianta dizer que fulano tem mil e tantos votos e não se elegeu. Parece até desculpa de torcedor: “pelo menos empatêmo!”.

O QUE TÍNHAMOS

Nem Ângela. Nem Rafle. Nem Sérgio. Nem Augusto. Nem Mangabeira. Nem Guinho. Nem Maruse. Nem Rafa. Nem Edson. Nem Cacá. Nem Geraldo. Nem Cosme. Nem Roberto...

AMIGOS FOREVER

Festança dos Amigos Anos 60/70 movimentou o pedaço na semana passada no Tarik Plaza. Valeu pela organização, pelo reencontro de amigos que teve Kokó e Lilian Casas mandando ver no gogó. O grande destaque da noite foi o bufê de Maninha Fontes que como sempre arrasa.

TRISTEZA

Itabuna ficou mais pobre com a morte de Helenilson Chaves. O cidadão, Helenilson Jorge de Almeida Chaves. Homem múltiplo, plural, simples, determinado, perseverante e um empreendedor que mudou a cara da nossa cidade. O empresário deixou viúva Lia e três herdeiros: Manoel Chaves Neto, Leandro e Alexandra e cinco netos. Os sentimentos dessa coluna. 

Helenilson: um empreendedor que deixou um rico legado de trabalho, empreendedorismo e amor por esta cidade. Aqui, nos bons tempos da Confraria do Vesúvio em Ilhéus.

 

RECADINHO INTELIGENTE

Vai encerrar o ano com nada vezes nada. Merece o troféu maior da incompetência e da vergonhosa passagem por uma aldeia que não lhe cabe e com a qual não tem nenhuma identidade. Um estrangeiro, claro.

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